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sábado, 21 de julho de 2012

Tradição da Serpente




Despe-te ó Lua
Deste véu da negridão noturna...
Revela-nos os ocultos umbrais,
Deixa-nos a alma nua,
Seca nas trilhas os lamaçais...



(Segura-nos a Sabedoria á mão direita forte
No mistério da citação de teu nome, Toth...)



Veste-te de prata e nos revele,
Tal qual somos além do espelho...
Como chama - criando círculo de luz -
De todas as sombras nos vele,
Sem brilho próprio mas, o Sol tu reluz...


Reflete em nós alvura desejada,
Imaculando a Alma - Pomba Branca...
Quem sabe cessem os sonhos alados,
E a essência  seja então libertada...
Livre dos grilhões os Exilados!


Tu - Serpente Apocalíptica - testemunha,
As crenças, a fé, os ritos ocultos...
Bem sabes que invocamos teu Criador,
O Ser Supremo que a Espada da Justiça empunha,
Traga-nos o reino do Deus sem nome... Do Amor!


Licença Creative Commons
O trabalho Tradição da Serpente de Shimada Coelho foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - SemDerivados 3.0 Não Adaptada.


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