Destaque para outras Almas Nuas

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

resultado da montagem

‎"Sempre que você sai meu coração aperta como se uma eternidade nos separasse...
Sempre que você chega é como a primeira vez!"

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Exijo a citação do autor!

Bom, vou simplificar na esperança que a pessoa que cometeu tamanha deselegância ao menos faça-me o favor de citar o nome do autor do conto, que no caso sou eu!


Apenas eu sei em que circunstâncias esta história me foi contata e por quem! Tenho registrado em um diário com data do ano em que recebi a história. Também tenho a primeira publicação na Internet que data de 2008 com reedição em agosto de 2009.


Já que a licença Creative Commons me dá o direito de defender a autoria na Justiça, peço que retifique a suposta tradução e atribua a autoria do conto! Além disto, se nenhuma providência for tomada, é me concedido o direito de incluir o nome da tal pessoa na Lista Negra de Plagiadores!


Eu não ganho dinheiro com o que eu mesma escrevo muito menos utilizo a Arte de Escrever para ganhar popularidade! Portanto, não aceito que alguém faça o mesmo com o que é de minha autoria!

http://www.recantodasletras.com.br/contos/1295131

Minha primeira versão do conto, que foi a tradução da conversa com Frank. Na época eu usava o heteronomio de Melissa Cavanaugh. O texto é praticamente Frank contando a história.

"Uma história de amor

Ela era tão notável, muitos sujeitos ficam atrás dela, enquanto ele era tão normal.
Ao fim a festa, ele a convidou a tomar um café com ela, ela aceitou.
Eles sentaram em um café agradável, ele estava muito nervoso em ir para casa.... de repente ele perguntou ao garçom: "você por favor me daria um pouco de sal?Eu gostaria de pôr isto em meu café.

" Todo o mundo fitou a ele, tão estranho!A face dele se ficavam vermelhas, mas, ainda, ele pôs o sal no café dele e bebeu.

Ela lhe perguntou curiosa: Por que você tem este hábito estranho?

Ele respondeu: "Quando eu era um pequeno, eu estava vivendo perto do mar, eu gostava de mergulhar no mar, e eu podia sentir o gosto do mar,há pouco igual o gosto do café salgado. Agora toda vez eu tenho o café salgado, eu sempre penso na minha infância , penso em minha cidade natal, eu penso tanto na minha cidade natal, eu sinto falta de meus pais que estão ainda 
vivendo lá." 

Enquanto dizia isso as lágrimas enchiam os olhos dele. Ela foi tocada profundamente. Ela pensou: Esso é o verdadeiro sentimento dele, do fundo do coração dele. Um homem que pode exteriorizar a nostalgia dele, 
ele deve ser um homem que ama casa, cuidados sobre casa, tem responsabilidade com família. 

Então ela também começou a falar, falou sobre a cidade natal distante dela, a infância dela, a família dela. Isso era uma conversa realmente agradável,também um começo bonito da história deles.Eles continuaram conversando.

Ela achou que de fato ele era um homem que conhecia todas suas necessidadaes; ele teve tolerância, era sempre amável, caloroso, cuidadoso. 
Ele era tal uma pessoa boa mas ela sempre sentiu falta dele!Graças ao café salgado dele!

Então a história há pouco era igual toda história de amor bonita, a princesa se casou com o príncipe, então eles estavam vivendo a vida feliz. .... E toda vez ela fazia o café para ele, ela colocava um pouco de sal no café como sabia que ele gostava.Depois de 40 anos, faleceu ele, deixou uma carta que disse para ela: 

"Minha querida, por favor me perdoe, 
perdoe por mentir a vida inteira.

Esta é a única mentira que eu disse a você--O café salgado. 
Se lembra o primeiro dia que nós conversamos? 

Eu estava tão nervoso naquele momento; de fato eu quis um pouco de açúcar, mas disse sal.
Era duro eu mudar assim, então prossegui. 
Eu nunca pensei que isso pudesse ser o começo de nossa relação! 
Eu tentei contar a verdade muitas vezes em vida, mas eu tinha demasiado medo de fazer.
Eu prometi não mentir a você em qualquer coisa. Agora estou morrendo, e amedrontado!
Assim eu conto a verdade: Eu não gosto do café salgado, tem um gosto ruim e estranho. Mas eu quis o café salgado para
minha vida inteira! 
E considerando que eu a conheci através dele, eu nunca me senti arrependido por qualquer coisa que eu tenha feito por você. 
Você comigo fui feliz por minha vida inteira. Se eu pudesse viver uma segunda vez! Ainda assim iria querer você pela minha 
vida inteira, embora eu tenha que beber o café salgado novamente."

As lágrimas dela fizeram molhar a carta. Em algum dia, alguém lhe perguntou:Qual era o gosto de Café Salgado?
- É doce...- ela respondeu.

Agora era a convicção dela que a fez acreditar que ele gostava de Café Salgado... E isso era a verdade pra ela...Do mesmo modo, se alguém põe uma fotografia de celebridade ou Até mesmo uma Fotografia de um Animal ou qualquer outra fotografia....Sempre há uma Razão para isso.... Interpretações pode ser várias mas a Razão é única....  E só é conhecido à si mesmo.... Todos tem uma razão.... tudo tem uma Razão.... Muitas coisa nós não acreditamos, 
nós sabemos a razão....

É acreditado que coisas que não são vistas são verdade baseado no que é ouvido... Esta é a Psicologia humana....Um peixe em Aquário acredita que Aquário é o Mundo e as Plantas de Plástico são reais... Do mesmo modo um peixe no Oceano: Acredita que o Oceano é o Mundo e as Plantas Vivas são reais....

Convicção é algo cuja força depende de quanto a pessoa confia .... Uma dúvida leva 1000 convicções mas quanto muitas convicções podem levar 1000 dúvidas?"

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Árido



A terra agora tão árida torna-se um vácuo de infertilidade,
O espírito cansado da luta, entristecido fica mudo...
Os pensamentos perambulam perdidos pelo mundo,
Impotente, some pouco a pouco em meio a dura realidade...


As minas agora tão vazias... Onde encontrar real encanto?
São ilusões todos estes estímulos externos...
Desapareceram todos os universos internos,
A Inspiração ferida foi chorar  um canto...


De outras vidas - feito dependente - garimpou sua melhor poesia...
Pequenos milagres tão sutis feito flor no concreto...
Mas agora o que vê são alma penadas em caminhos incertos,
Tornando sua fonte - que cantava constante - tão vazia.





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O trabalho Árido de Shimada Coelho foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - SemDerivados 3.0 Não Adaptada.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Rua da Feira



A feira de Sexta aqui no bairro é tradicional. Desde a minha infância ela acontece na mesma rua. O cheiro de frutas no ar, os gritos dos feirantes, as senhoras com seus carrinhos que congestionam o longo corredor, as mães que carregam tantas sacolas e a fila de filhos, tudo ainda é igual. Gosto de ir até lá, embora não goste de lugares abarrotados de gente. Mas as sensações da infância manifestam-se ali, como se entre as barracas houvessem algum portal ou Buraco de Minhoca.


Desde a infância também, gosto de observar as pessoas e a feira é repleta delas. Tantas e tão diferentes! Mas me apego aos comportamentos semelhantes... É curioso pra mim! O mais interessante são aqueles que deixam as pessoas empacadas no meio da feira. Eu paro atrás delas e tento descobrir porque estacionaram justamente onde todo mundo precisa passar. 


O corredor da feira vai se estreitando cada vez que as barracas atendem mais clientes. Então, forma-se aquela fila extensa - uma de cada lado - encostadas nas barracas, com pessoas estacionadas que estão sendo atendidas.  O espaço para passagem se amontoa de transeuntes que ainda decidem em qual das barracas irá parar. Em certo momento ninguém anda: algumas senhoras com carrinhoso disputam quem passa primeiro. Mas o mais intrigante são as pessoas que ficam paradas no meio do caminho, olham de um lado para o outro e não se decidem para que lado irão. Eu paro atrás... Sigo o movimento da cabeça delas para tentar descobrir para onde estão olhando... Tento adivinhar o que estão decidindo... Talvez fazendo cálculos para saber qual das barracas estão com os preços mais acessíveis... Talvez...


A rua da feira nesse momento se transforma em um rio da existência humana e cada barraca é uma escolha que a vida nos dá. Há quem saiba exatamente onde encontrar o que precisa. Há quem ande pela feira inteira, em um vai e vem, para descobrir o que quer. Há quem pára no meio do caminho, sem saber o que quer e para onde ir,  impedindo que outras pessoas possam seguir.

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O trabalho Rua da Feira de Shimada Coelho foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - SemDerivados 3.0 Não Adaptada.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Início e Fim de Eras


"Há algum equívoco nos cálculos que determinam o começo e fim da Era de Aquário...
A Era de Capricórnio está mais próxima do que os cálculos apontam!"

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Espiritualidade



"Conclui que não adianta eu insistir: não sou feliz sem viver minha espiritualidade!
Sou um ser espiritual e nada vai mudar isso!"

...


‎"Talvez, a força e perseverança que continua movendo aqueles que defendem o planeta seja a consciência de que esta terra seja o lugar mais lindo e formidável do Universo e o único que traz a lembrança inconsciente de lugares muito mais superiores.
A Terra foi criada para ser céu, mas os homens a transformam em inferno..." 

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Luz e Escuridão da Existência


Na aurora incandescente da Existência,
Emanando fachos largos - tiros de canhões de luz - desfaço,
Toda sombra enegrecida pela noite anterior,
Que torturou-me na cama quase levando-me à demência,
Tornando o corpo frágil em total cansaço,
E a Alma ocultada no centro interior...

No céu nublado da Existência,
Nuvens brancas vagam ganhando formas,
Enquanto nuvens cinzas são temidas...

Nenhuma fixa em constante permanência,
Seguindo sempre dentro das próprias normas,
Quaisquer que sejam: -Sejam bem vindas!

E que maravilha a negritude noturna da Existência,
Pois sem ela quando veria a luz?
Sem as nuvens enegrecidas quando a terra seria fértil?
Sem a noite como ter a noção exata da solidão e da coragem?
Pois foi em negro que vi resistência!
Em negro a moldura de minha face reluz!
Em negro a chuva acariciou a estéril
Relva seca das pastagens!


Licença Creative Commons
Luz e Escuridão da Existência de Shimada Coelho é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Unported.

O que Levar na Trouxa...

Meu lado assumido de ser veio de minha total incapacidade de fazer algo escondido. Sempre que precisava fazer algo que ninguém podia saber eu me acabava em agonia. Sempre precisava dividir aquilo com alguém até o dia que compreendi que se faço algo que ninguém pode saber é porque em algum lugar dentro de mim algo diz que aquilo não está certo. Então, não importa o que preciso fazer - mesmo que dentro de mim diga que não seja certo - e eu realmente queira e não prejudique mais ninguém além de mim mesma, faço não importa quem veja ou saiba! Quando assumo o que faço estou arcando com as consequências de meus atos!


Sempre tive dificuldades em mentir... Porque sempre soube que quando estou mentindo estou enganando e antes de enganar os outros engano a mim mesma primeiro - é preciso se convencer da própria mentira para repassá-la como verdade.


Sempre tive dificuldades em fingir... Porque sempre soube que fingindo eu estou sendo falsa e mentindo de alguma forma e escondendo algo também. Quem finje não é capaz de assumir o que realmente pensa, sente e faz. E antes de fingir para os outros, estou fingindo pra mim mesma antes.


Para anular tudo isso sempre procurei expressar minha própria convicção que não adiquiri seguindo a ideia de alguém mas comprovando por mim mesma, caso contrário seria apenas uma opinião. E acabei descobrindo da pior maneira que muitas pessoas preferem que você não se assuma, que você minta, que você finja! Não querem saber o grau e a intensidade do que você expressa  porque não querem mais pensar e nem questionar. Por que qualquer verdade é um tapa na cara de quem escolhe fazer escondido, mentir, fingir... A realidade é dura demais e são poucos aqueles capazes de carimpar algo bom em destroços e entulhos.


Este conjunto de ideias é minha verdade absoluta pessoal! Ela só cabe a mim pois minha caminhada particular me obrigou a formular tudo assim. De início esta verdade doeu profundamente, mas a aceitei porque ninguém me deu: eu conquistei para ter em que acreditar, em que me apegar e reconhecer minha capacidade em vez de fazer-me de vítima das situações e das pessoas!


Mesmo assim, é isso que cala e afasta as pessoas ao meu redor e eu não me importo. Pois ao contrário de muita gente, há muito tempo aprendi a viver sozinha, pois o simples fato de ser única no Universo me torna alguém só! Se há quem caminhe comigo nesta longa jornada, é porque me compreendeu na mesma dimensão que as compreendo! Estas poucas pessoas respeitam minhas verdades e sabem que elas só dizem respeito a mim mesma, assim como a verdade delas as pertence.


O mundo divido em pessoas que precisam ser ouvidas e pessoas que precisam falar me cansa. Monólogos não são apenas individualistas mas também egoístas! As pessoas vivem ocultando enquanto fingem ser como um livro aberto mentindo para si mesmas que são o que formulam em suas fantasias mascarando sua realidade individual tão medíocre. Desejam ser o centro, o mundo de alguém quando nem elas próprias centralizam-se no próprio mundinho!


Enquanto isso, minto, finjo e escondo sem saber que o faço... Pois vou me apagando da realidade toda vez que cedo e compreendo os outros... Toda vez que me torno um sanitário público onde as pessoas despejam seus desejos tão banais e superficiais quando dor e sofrimento são algo bem mais profundo do que são capazes de imaginar.


E o mundo enquanto isso, vai se tornando cada vez mais dividido dentro de suas tantas sub divisões com aqueles tantos que recebem e aqueles poucos que cedem e doam. Os escravos e os escravizados... Os dependentes e as minas extrativistas...


Enquanto finjem ser bem resolvidos em felizes publicamente, no oculto desfiam lamúrias. E eu... Vou seguindo sendo o que sou - esta dualidade constante - sem me importar com o que pensam, mas farta! Vou seguindo esfregando na cara de todos o que é de fato 'Ser' e decidindo tornar real oq ue de fato me é real. O resto é apenas mera ilusão de ótica, pedra de tropeço e uma cilada disfarçada.


Poupar-me- ei das futilidades banais e me será valoroso o que me acrescenta e me faz crescer! Porque minhas energia revertidas em palavras e gestos podem não ter valor ou peso nenhum a ninguém, mas pra mim são essenciais!

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O que Levar na Trouxa... de Shimada Coelho é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Unported.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Caminho das Trevas



Imagem:Blog do Kedj


Vaguei em tantas noites escuras
Perdendo-me entre becos, atalhos, breus...
As lições da noite são tão duras,
Despertaram todos os meus 'eus',
E todas tão completamente noturnas,
Todas na verdade são uma,
Tornando cegos os olhos meus.


No vale de sombra e morte fui concebida,
Meus pés enveredavam nas estradas da escuridão,
Por tantas vezes desgarrei-me, vi-me perdida,
Por tantas vezes isolei-me abraçando a solidão,
Caminhando constantemente em descida,
Tropeçando e gemendo as feridas,
Do decepcionado coração.


Na floresta de árvores inférteis e secas,
Sob as névoas frias e tão densas,
Deparei-me com um charco onde vi refletida minhas facetas,
Distorcendo-se no lamaçal de minhas crenças,
Todas em mim são tão completas
Também permanecem tão incertas:
Morte, Vida, liberdade e sentenças.


Sem brilho próprio, a luz da Lua é a única luz que me vem,
Transformando a realidade em sombras - tão assustadora distorção -
Somente eu, a Lua, as sombras e mais ninguém,
Tateando com passos e mãos tocando o vácuo espaço da escuridão,
Pois no escuro se nada se vê, nada tem,
Além do medo e da incerteza que te sobrevem,
Afogando a alma casada em aflição.


Perde-se na multidão a negra alma, de branco disfarçada,
Tão farta das mentiras usadas como motivação,
Não influenciam e nem convencem a ovelha desrraigada,
É preciso seguir, portanto probido mudar a direção,
Enquanto no mundo é apenas mais uma alma encarcerada,
Sabendo que dele jamais levará nada,
Pois abaixo de tudo, aqui é o Inferno e o resto... Ilusão!



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Caminho das Trevas de Shimada Coelho é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Unported.

...


‎"Embora o exterior de um rebelde pareça uma obra pitoresca e sombria, o cenário em seu coração é um vale cercado de montanhas verdejantes onde um rio passeia ao lado de um casebre chamado de lar."

sábado, 14 de janeiro de 2012

Doído


"Não sei dizer o que é mais dolorido: ver-se a si mesmo desaparecendo do mundo ou ver o mundo desaparecendo..."

Fim de Era

"A partir deste ano de 2012, o planeta inicia seu processo de auto reciclagem ou auto renovação já ocorrido várias vezes no passado. É o fim de uma Era!


O homem tentará reverter os acontecimentos vindouros e, nesta tentativa de mudar o curso natural das coisas externas, poderá adiantar ou piorar o que está pra vir.


Necessitamos preparar nosso corpo e nossa Alma para que a Raça Humana não seja extinguida por completo da face do planeta. O modo de vida atual fragilizou um corpo capaz de superar-se e resistir a diversas interpéries.


As mudanças serão tão drásticas, que o corpo humano assim como é hoje, não conseguirá adaptar-se. Uma simples mudança brusca no clima faz com que o corpo reaja rapidamente. A quantidade de alimentos industrializados digeridos é tão constante que, ao alimentar-se de comida natural o organismo reage instantaneamente. A dependência de vitaminas, compostos e repositores assim como medicamentos que agem até nas emoções tornam geneticamente o corpo vulnerável e as capacidades psicológicas também!


Os seres humanos estão viciados em seus péssimos costumes. Degradam tudo por onde passam. Agem por impulso ou por influência. Não pensam mais e nem questionam. Vivem a individualidade e quando for necessário a cooperação coletiva irão matar uns aos outros porque desaprenderam a viver em harmonia como sociedade. Não sabem dividir nada, inclusive o espaços onde estão. Não toleram mais nada e interpretam erroneamente a maioria das atitudes do próximo. Já não sabem o que é uma cooperação mútua e diante das catástrofes revelam seu apego material e em que creditam valor.


O planeta através da Natureza está clamando e alertando. E nós ainda assim, nos mantemos cegos, apegados com os disfarces desta realidade inferior. Todos os alertas anunciados no passado foram mau interpretados e usados para favorecimento próprio. Os grandes governos sabem muito mais do que imagina a população humana e já se prepara para sobreviverem e manter-se na hierarquia de poder a que pertencem quando o foco deveria ser a sobrevivência de uma raça, não de uma nação.


Ainda hoje muitos olharão para o céu e temerão que ele desabe sobre nossas cabeças. No insconciente coletivo todos sentem o que está acontecendo, mas a baixa frequência de suas vibrações limitadas a própria pele não permitem que a verdade - que está em todos - venha a superfície da consciência.


Quando o corpo humano começar a modificar sua aparência e seu funcionamento na tentativa de adaptar-se a nova atmosfera terrestre, a única alternativa será recriar o ambiente a que estamos acostumados em naves que já estão sendo construídas: os que conseguirem manter-se vivos não poderão continuar no planeta.


As próximas gerações à partir do futuro já não lembrarão o que conhecemos como ser humano em aspecto e modo de vida. Só então cairão em si de que as mudanças necessárias para a continuidade da vida humana sempre esteve dentro de cada um de nós.


Para alguns, após milhões de anos será possível retornar a este chão. A aparência não será mais a mesma... E para continuarem existindo, a consciência também não! "

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Fim de Era de Shimada Coelho é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Unported.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Única certeza


"Uns dizem que o mundo acaba logo, outros dizem que sem chances disto acontecer...

Até o momento a única coisa que tenho plena certeza é que um dia morrerei e irei embora desta terra... Como será é o menos importante!"

Fim para um Recomeço


"Quando eu era criança, lá na igreja, já diziam antes dos cientistas que esse relógio do Apocalipse estava em cinco minutos para meia noite... "Um dia para Deus é como mil anos e mil anos como um dia" . 

Mas cada um de nós teremos um Apocalipse pessoal, quando o mundo acaba para nós: o dia da Morte! Para muita gente que já nos deixou, o mundo já acabou! Não importa se morte em massa ou individual, de todo modo o dia e a hora ninguém sabe! 

Não virá o fim do mundo! Virá a auto reciclagem do planeta e não estamos preparados para sobreviver dependendo tanto de compostos polivitamínicos e energéticos. Somos extremamente frágeis e vulneráveis a mudanças sutis, imaginem em mudanças radicias?

Quem não espirra ou sente dor só porque o tempo virou?"

Felicidade


"A Felicidade sempre está ai: é um estado de espírito! Está sempre presente independente do que acontece a sua volta!

É como o coração: nem sempre a gente percebe ele bater, mas sempre está batendo! "

Medo


"O Medo é algo que considero bastante interessante: é tanto bússola quanto termômetro! Mas é sempre um aviso pedindo cautela, há algo errado! O problema é que sempre achamos que o que está errado é fora de nós e muitas vezes é dentro! 

O Medo não é o sinal vermelho do semáforo, é só o amarelo! "

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Entre amor e ódio


"É confuso eu sei... Mas é um misto que se emaranha dentro de mim entre amor e ódio por gente. Não é confuso entender: eu preciso ver uma alma dentro dos corpos que perambulam pelo mundo!

Se eu olhar e ver oco...É só gente! O que falam é apenas eco! E com gente,não tenho paciência!

'Amar ao próximo', sim... Que o próximo seja mais que gente: seja alma! Porque o que é humano tem alma, e o que não temé apenas gente!

Porque é um tanto difícil amar o 'nada' dentro de um vácuo oco!"

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Medo ou Respeito?


É uma conquista conseguir a confiança e o respeito de alguém. Geralmente consigo isso de almas antigas, corações nobres e mentes em constante expansão. Conclusão: são raras estas pessoas e portanto especiais ao meu coração. Fora esse grupo seleto, me contento - num prazer meu mórbido - de me conformar e me satisfazer prazerosamente que os demais sintam o que posso ver com nitidez: MEDO!

A mau Falada


"Sempre fui uma pessoa mau falada... Ás vezes, tinha a impressão de que era o alvo preferido  para novas fofocas... Não entendia muito o porque, pois nem era alguém interessante pra receber tanta 'atenção'. Me desgastava muito tentando me justificar até que um dia me veio a clareza...
Hoje, eu sinto, seu sei, eu percebo quem gosta e quem não gosta de mim... É como se um letreiro luminoso se destaca-se na testa e me denunciasse o que algumas pessoas pensam de mim de fato. As palavras usadas, as expressões faciais e os gestos corporais denunciam!
Mas hoje, não me desgasto mais com isso...Não ligo!
Não me importa o que as pessoas pensam sobre mim. O que me importa é que eu saiba quem eu sou!"

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Semear o Bem sempre!


"Falemos das obras de Bondade, não porque estamos vendando nossos olhos para a realidade do Mal que assombra o mundo. Não porque fugimos ou interpretamos errado a concepção de positividade e otimismo: estas duas coisas ensinam a ver o lado bom das coisas, não a fingir que não há nada ruim...
Falemos das obras da Bondade como recurso para motivarmos uns aos outros e assim, ainda existirá o Bem entre nós e em nós!" - Shimada Coelho Rita

domingo, 8 de janeiro de 2012

Ser você ou determinar o que se é?


"Digo às pessoas: Seja você mesmo! Mas não espero que sejam! Digo para que isso se reafirme em mim mesma sabendo do risco de outra pessoa despertar o mesmo em si!
Ser você mesmo exige um auto conhecimento cultivado por anos!
Mas suponho que, se todo mundo me ouvisse e procurasse ser elas mesmas, o mundo já estaria regido pelo sistema Anarquista!
É diferente aceitar e ser você mesmo de escolher o que se que ser, sem ser."

Shimada Coelho

Heroismo


"É um tanto estranho para nós que desenvolvemos a Arte de Escrever, narrar alguns atos de bondade como se fossem heroicos quando, na verdade, deveriam ser atitudes comuns entre seres humanos..."

Shimada Coelho

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

O que é bom pra você exige seu emprenho!




‎"É preciso muito esforço pra chegar ao topo!
É preciso muito esforço para manter-se nele!
Nada neste mundo é definitivo e permanente: vão-se os reis e outros surgem, como surgem as grandes civilizações e desaparecem do mesmo jeito que surgiram!" - Shimada Coelho

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Meus Seios Perfeitos

Copyright © 2005 A. Andrew Gonzalez
....All rights reserved....


Anima Sublimis
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2001


‎"Toda vez que eu tinha que dar banho na minha mãe e via uma mutilação onde deveria haver um seio, levantava minha blusa e olhava para os meus que já não são mais como antes depois de três filhos e muito amasso! A Gravidade é lei e eu a aceito!


Depois de tanto ver as cicatrizes pelo corpo de minha mãe, passei a amar meus seios assim como são e continuarei a amá-los não importa como serão. Quando olho pra eles, não estou preocupada como os outros os vêem, mas me agrada as lembranças de meus filhos se alimentando em mim.


Não gosto de sutiãs pois parecem gravatas mamárias ou algemas de algum tipo de ditadura! Silicone nem pensar: jamais vou aceitar ser julgada pelo par de seios, ou pela bunda ou pelo formato de minhas coxas! Baixa estima, amor próprio? Minha estima e meu amor por mim mesma não aceitam qualquer coisa: é preciso muito mais que dois sacos de plástico cheios de química! Me amo e me garanto não é pelo que as pessoas podem ver por fora de mim!


Sou mais que dois peitos e pra me amar tem que ser com eles assim como o Tempo e o tanto viver os deixou! Os dois são perfeitos porque são saudáveis!"

domingo, 1 de janeiro de 2012

A Enforcada



Dizem ser ela um ser fantástico com poderes sobrenaturais,
Benfazeja tão bela, encanta sem fazer encantamento...
Outros dizem que domina as Artes Mágicas e destaca-se entre os normais,
Irradia, feito braseiro de barro sem precisar invocar nada em nenhum momento...


Há ainda quem acredite que move-se pela inspiração Divina,
E quem pense que seja intermediária dos vivos, dos mortos e dos vivos mortos...
Ela não se importa - se anjo caído -  só segue a cumprir a própria cina,
Já cansada de tantas estradas, cambeleiam os passos dos pés tortos...


Em sua vida mesmo nenhum sofrimento pode abalá-la por certo,
Mas o espinho que esconde-se sob a pele não cicatriza nunca a ferida...
Pois sofre profundo pelas vidas errantes - vidas áridas feito deserto - 
Sofre ainda mais quando tentando ajudar não é ouvida...


Nascida de parto natural, concebida pelo sobrenatural...
Cansada das máscaras, das tantas mentiras que retocam as vãs vaidades...
Cumprindo a duras penas sua pena no Reino Normal,
Discursa na praça verdades infames que chamam de insanidades...


Nem questiona mais tantos passos largos, olhares vagos, de tão longe vinda,
Tal qual feito chuva em queda na terra - logo retorna ao céu...
E quando se pensa que após tantas idas a estrada se finda,
Resta-lhe ainda a árdua penitencia - levantar véu por  véu...


Em vôos rasantes, passeios constantes...Transcendental...
Lendo as faces e corpos, objetos fúteis sem sair de seu clausúlo...
Sua primeira escolha traçou seu destino - flagelo corporal - 
Borboleta encantada aguardando o momento de sair do casulo!

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A Enforcada de Shimada Coelho é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Unported.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Valorize o que você é!


Eu sempre disse e sempre vou repetir: não importa o que digam, você é importante para este mundo e é essencial, pois Deus não se enganou quando te enviou para este mundo!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Profundos Pensamentos




Tão fundo está,
Bem longe da superfície,
É lá onde habita... A Fonte!
Embora para pouco visível,
E tão distante da entrada da frente,
Reflete-se ao menos nas janelas...


Emerge ao mesmo tempo em que penetra,
Até as profundezas inexploradas,
Invade cavernas - escuras ou luminosas -
E passeia, alcançando até as brechas e nichos...
Mesmo que tão sombrio ou medonho,
Mesmo que inspire tanto terror,
É livre e vai até onde deseja...


Pode ser grande - de um longo processo vem.
Pode ser curto - de um instante tão breve e esquecido.
Pode subir feito mel que dissolve na língua,
Ou descer tão azedo que irrita o paladar...


De todo modo mergulha e emerge
No mais profundo de um ser,
Podendo resultar em alívio e tranqüilidade,
Como também em aspereza, rigor e moléstia...


Explorador nato que investiga a fundo,
Tão perspicaz que aprofunda...
Sobe do mais íntimo - secreto -
E na pequena caixa branca se esconde...


É o causador de tantas questões,
Responsável por tantas respostas...
É a ponte até o Reino da Imaginação,
Pré-julgador e mergulhador de Ilusões...


Vez ou outra difícil de compreender,
Mais difícil ainda expressar
Podendo nascer da própria boa lei,
Existindo já há tanto tempo - antigo!


Mar turbulento, abismo subversivo,
Campo de batalha em constante conflito,
Cria o Paraíso e também o Inferno,
Tanto é emplasto na ferida ou verme do Berne...


E lá... Tão distante... Está a Fonte...
Que vai jorrando do mais profundo... Parindo tantos filhos:
Reflexões, considerações e intenções...
Também conceitos e opiniões...


É a grande invenção do artista,
Ou apenas o esboço de sua idéia prima...
É o tema: as primeiras notas e acordes,
Ou o ornamento que brilha nas laterais da face:
Obra minuciosa em filigranas de ouro,
Nas mãos do Ourives experiente...


É ali que nascem as táticas de guerra,
E as curas para tantas pragas...
O espelho prateado que reflete e inverte:
Juízo ou absolvição...


É lá na Fonte que jorra do íntimo -
Passeando por alma e corpo -
Que nascem os Pensamentos Profundos!

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Vespertino de Verão


Na sublime ânsia do meu ser, me entrego...
À invocação - feito suspiro terno - que reclama meu afeto...
Tua falta em meus dias vazios agrego e 
Faço-me fantasias onde em sonhos a ti me arremeto...


Há tremor em minhas pétalas rosadas entreabertas,
Aguardando o leve toque - bebida dos deuses - feito gota de mel...
Teu ósculo alimenta-me de Alma e explora-me em descoberta,
Arrancado-me da terra, levando-me ao êxtase e trazendo-me o céu...


Qual orvalho insistente sob a folha árida Outonal,
Derrama-te abundante - frio e calor - em hálito ofegante...
Torna-te mais que um Porto - na grande tormenta és minha nau,
Levando segura ao Reino dos Sonhos a mente ignorante...


Em sorver cada pérola de teus lábios vomitada, emudeço...
E mergulho sem temor na profundidade de teu olhar...
Em cada silêncio pouco à pouco mais feneço,
Em cada palavra em teu Universo posso mergulhar...


A convicção é a mão firme tentando segurar a eternidade,
De um breve instante onde os sonhos são materializados na palma...
O desejo intenso vai além das paredes da castidade,
Para quem sabe amar além de um corpo -penetrando a Alma!



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