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terça-feira, 3 de junho de 2014

Resigna Vida



Não anseie desse modo a morte,
Basta- te em ser mortal...
Embora tua alma jamais se esgote,
Embora a vida seja Umbral...

Não invoque a entineraria do além...
Morrer é inevitável!
A morte não poupa ninguém...
A tua também é provável!

Não é acaso essa abundância
De vida desatrelada em teu ser...
Não reduza a insignificância
O motivo do teu viver!

Esta fúria avassaladora
Que de teus abismos transborda...
É desmedida e arrebatadora
Sabedoria que abunda!

Se precisas tanto morrer
Morra ainda em vida!
Seja mutável em seu ser
Eterna Fênix renascida!

Não cobices o dia da ruína,
Que teu corpo na terra sepultará...
Tua alma é eterna e divina,
Tu nunca morrerá!

Já estás morto, criatura!
Viva a morte então!
Teu corpo é tua sepultura...
Teu corpo é teu caixão!


Guardiã da Ventura, São Paulo, 11 de Setembro de 2008, 17: 04

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