Hoje houve a interação familiar, para comemorar o aniversário do meu segundo filho, foi alegre e divertida. Ainda assim, eu não conseguia relaxar: a mente sempre dá saltos quânticos, pensando no que tenho para fazer. Preciso editar o próximo livro, mas, estou focada em escrever outro. Esta dor que vem e vai ao ápice, me faz lutar para manter-me viva e torna propício que este outro livro seja escrito.
O poeta e o escritor - e talvez todos os artistas tradicionais - necessitam da dor para criar. Somos otimistas e enxergamos encanto e beleza em tudo. Sem dor, não enxergamos o mundo frio e caótico par descrever e transformar.
Sinto algo que será saudade ou falta? Bom, na falta da minha bomba de chocolate, comprei Carolinas. Quando alguém parece ser insubstituível, não há outra pessoa para colocar no lugar. É saudade. Eu prometi que não iria me apaixonar. A paixão nos expõe ao risco de amar e amar nos torna fracos e vulneráveis. O botão "liga/desliga" sempre funcionou tão bem!
Se usufruirmos do direito nato de escolha e se o caminho sempre nos coloca diante de escolhas, absolutamente tudo pode ser escolhido. E as consequências da escolha, é única e exclusivamente culpa de quem escolhe.
Sempre me deixaram ir, e quando resolvo seguir, não volto mais. Dificilmente alguém lutará por você, a não ser seus pais ou sua mãe e você mesmo(a). O resultado do teste que nunca aprovou ninguém... E eu simplesmente sigo e vou ficando cada vez mais distante...
Alguém disse que "Talvez, pra sempre seja sobre memórias e não sobre pessoas". Quando sigo e o meu "não voltar atrás" se trata de apagar a pessoa e as memórias sobre ela.
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